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Paulista, Brasil
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Análise granulométrica em Paulista: peneiramento e hidrômetro para controle de aterros e filtros

O erro mais comum em Paulista é aprovar um aterro compactado sem conferir a curva granulométrica completa. O fiscal vê a densidade no campo e libera a camada, mas ignora que o solo da região metropolitana do Recife, muitas vezes residual de formação Barreiras, muda de comportamento com frações finas argilosas. Aos 30 m de altitude e sob clima tropical úmido, o material laterítico parece estável e depois colapsa na primeira chuva intensa. Nossa equipe executa a análise granulométrica por peneiramento e sedimentação com hidrômetro segundo a ABNT NBR 7181:2016, determinando a distribuição real de partículas desde a fração pedregulho até a argila coloidal. O ensaio é obrigatório para classificação pelo sistema SUCS e para dimensionamento de filtros drenantes em estruturas de contenção. Para fundações diretas, complementamos com o ensaio CPT quando o perfil exige estratigrafia contínua em solos moles de várzea.

Curva granulométrica mal definida em solo residual de Paulista leva a filtros colmatados e taludes rompidos em menos de duas temporadas de chuva.

Como trabalhamos

Paulista conta com cerca de 340 mil habitantes e integra a região metropolitana do Recife, sobre terrenos sedimentares da planície costeira e tabuleiros do Grupo Barreiras. A granulometria desses solos é muito variável: temos areias quartzosas puras em faixas de restinga e argilas siltosas nos morros, exigindo peneiramento fino (#200) e hidrômetro em praticamente toda amostra. Nosso procedimento segue a ABNT NBR 7181:2016, com peneiramento grosso e fino, sedimentação com leituras de densímetro calibrado a 20°C, e correção de temperatura e agente dispersor. Trabalhamos com peneiras de 50 mm até 0,075 mm e hidrômetro ASTM 152H, com controle de qualidade interno por padrões de referência. O resultado é uma curva granulométrica completa, com Coeficiente de Uniformidade e Curvatura, indispensável para projetos de drenagem e estabilidade de taludes em cortes de encosta.
Análise granulométrica em Paulista: peneiramento e hidrômetro para controle de aterros e filtros

Particularidades da região

Uma obra de estabilização de encosta no bairro de Arthur Lundgren I especificou filtro granular com base em curvas granulométricas teóricas. A empreiteira usou material de jazida local sem verificar a distribuição real dos finos. Em março de 2023, com 180 mm de chuva acumulada em 48 horas, o sistema de drenagem interna colapsou por colmatação do filtro. O tapete drenante virou barreira impermeável. O talude rompeu e atingiu três residências. A investigação pós-ruptura mostrou que o solo tinha 18% de finos plásticos a mais do que o projeto admitia. A análise granulométrica completa teria apontado o desvio antes da instalação. Em Paulista, com precipitações anuais acima de 2000 mm, filtros e drenos subsuperficiais dependem diretamente desse ensaio. Sem ele, a segurança hidráulica da estrutura fica comprometida.

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Normas técnicas vigentes

ABNT NBR 7181:2016 – Solo – Análise Granulométrica, ABNT NBR 6457:2016 – Preparação de amostras de solo para ensaios de compactação e caracterização, ABNT NBR 6502:1995 – Rochas e solos – Terminologia

Outros serviços relacionados

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Classificação de solos tropicais (MCT)

Além do SUCS, aplicamos a metodologia MCT para solos lateríticos e saprolíticos típicos da Zona da Mata pernambucana, correlacionando a granulometria com propriedades mecânicas para pavimentação e aterros.

02

Controle de filtros e drenos granulares

Verificamos a compatibilidade granulométrica entre o solo natural e o material filtrante conforme critérios de Terzaghi, prevenindo colmatação e erosão interna em sistemas de drenagem profunda.

Parâmetros típicos

ParâmetroValor típico
Faixa granulométricaPedregulho (>4,8 mm) até argila (<0,002 mm)
Método de sedimentaçãoHidrômetro ASTM 152H com correção de temperatura e menisco
Peneiramento fino#200 (0,075 mm) por via úmida com lavagem completa
Coeficientes calculadosCoeficiente de Uniformidade (Cu) e de Curvatura (Cc)
Norma de referênciaABNT NBR 7181:2016 – Solo – Análise Granulométrica
Preparação da amostraSecagem em estufa a 105-110°C, destorroamento e quarteamento
Acreditação do laboratórioISO 17025 para calibração de balanças e estufas

Perguntas comuns

Qual o custo de uma análise granulométrica completa em Paulista?

O valor para o ensaio de peneiramento fino e grosso com sedimentação por hidrômetro varia conforme a quantidade de amostras e a urgência do projeto. Em Paulista, trabalhamos com uma faixa entre R$250 e R$460 por amostra, incluindo o relatório técnico com curva granulométrica e coeficientes de uniformidade e curvatura.

Quando a sedimentação com hidrômetro é obrigatória pela norma brasileira?

A ABNT NBR 7181:2016 exige o ensaio de sedimentação sempre que a fração passante na peneira #200 (0,075 mm) for superior a 10% da massa total da amostra. Em solos de Paulista, especialmente os argilo-siltosos do Grupo Barreiras, essa condição é atendida em praticamente todas as amostras de subsuperfície.

Qual a diferença entre análise granulométrica conjunta e apenas peneiramento?

O peneiramento isolado classifica partículas até a fração areia fina (#200). A análise conjunta inclui a sedimentação com hidrômetro, que quantifica silte e argila por diferenças de velocidade de queda. Sem essa etapa, solos finos de Paulista podem ser erroneamente classificados como areias, comprometendo o dimensionamento de filtros e a previsão de recalques.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em Paulista e arredores.

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